Electricity Lightning

Um Bruxo em Curitiba by Draco Nadredd

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 As ervas, para todo bruxo, são como o próprio athame ou ate mesmo sua varinha magica, as vezes ate mais que isso, e, baseado nesse conceito, resolvi postar muitas dessas ervas e seus significados aqui no blog para que vocês, meus queridos leitores, não se perderem em um ritual ou magia para cura, etc..
Abaixo vocês encontrarão um "Glossário das Ervas Magikas" e seus significados :



Abacateiro: diurética, cálculos renais, fígado, rins, bexiga.

Abutua/Cóculos: Cálculos renais, cólicas uterinas, fígado.

Agoniada: Inflamações de útero, ovários e menstruações difíceis.

Alcaçuz: Bronquite, tosse, laringite, rouquidão.

Alcachofra: Diminui o colesterol, digestivo, hepático.

Alecrim: estimulante, circulatório, tônico capilar e inalação.

Alecrim do Campo: Tônico, vias respiratórias e banhos relaxantes.

Alfafa: Baixa o colesterol, osteoporose, raquitismo, relaxante.

Alfavaca: Rins, prisão de ventre, aftas, bronquite, gripes fortes.

Alfazema: Calmante, asma, gases, rinite, analgésica nas dores.

Algodoeiro: Hemorragia uterina, regras profusas, reumatismo.

Ameixa folhas: Prisão de ventre, laxativo médico, azia.

Amor do Campo: Afecções das vias urinárias e rins, prostatite.

Angélica: Cólicas, gases, digestiva, nevralgias, enxaquecas.

Angico: Diarréia, desenteria, gripes. Uso externo: Lavagens e gargarejos.

Aniz Estrelado: Relaxante, insônia, gases (infantil e adulto).

Aperta Ruão: Mau hálito, fígado, diarréia, hemorragias.

Aquileia-Mil Folhas: Analgésica, febrifuga, bactericida, menopausa.

Arnica: Anti-inflamatória, reumatismo, artrite, artrose, dores.

Arueira: Diurética, ciática. Uso externo: Contusões, icterícia.

Arruda: Amenorréia. Uso externo: Varizes, flebites, abcessos, erisipela.

Artemisia: Nevralgia, cólica menstrual, vermes, circulatória.

Assa Peixe: Expectorante, tosse, resfriados, diurético, cicatrizante.

Avenca: Afecções catarrais, bronquite, tosse, laringite.

Bálsamo: Incontinência urinária, expectorante. Uso externo: Afecções da pele.

Ban Chá: Desintoxicante, digestivo, colesterol e emagrecedor.

Barbatimão: Gastrite, úlceras. Uso externo: Cicatrizante, lavagem íntima.

Bardana: Desintoxicante, depurativo, cicatrizante, colesterol.

Batata de Purga: Laxativo energético, depurativo.

Betula: Gota, colesterol, triglicérides, ácido úrico, dores.

Boldo do Chile: Hepatoprotetor, fígado, pâncreas, vesícula.

Buchinha do Norte: Uso externo para inalação contra a sinusite.

Bugre/Porangaba: Ácido úrico, gota, depurativo, emagrecedor.

Cabreúva: Diabetes, reumatismo, coluna, gota, contusões.

Cactus: Cardiotônico, contra palpitações, síndromes cardíacas.

Cajueiro: Diabetes, colesterol, triglicérides, depurativo.

Calendula Flor: Cicatrizante, calos, verrugas, frieiras, manchas.

Cambará: Expectorante, balsâmico, tosse e gripes.

Cambuí: Anti-hemorrágico, é usado nas vias respiratórias.

Camomila: Estomacal, nas cólicas das crianças e enxaqueca.

Cana do Brejo: Diurético, anti-inflamatório, cistite, próstata.

Canela: Estimulante, gripes, resfriados, febres.

Capim Cidrão - Erva Cidreira: Trata insônia, agonia, palpitações.

Capim Rosário: Depurativo das vias urinárias.

Carapiá: Afrodisíaco, irregularidades do fluxo menstrual.

Cardo Santo: Febrífugo, coqueluche, asma, bronquite, estomacal.

Carqueja Doce: Hepatoprotetora, digestiva, diurética, emagrecedora.

Carqueja Amarga: Depurativa, emagrecedora, colesterol, diabetes.

Carrapicho: Dores lombares, males da bexiga, rins.

Carobinha: Deputativa, antialérgica, disenteria, prostatite.

Cordão de Frade: Febre reumática, dores musculares, e circulação.

Carvalho Casca: depurativo, cicatrizante, Interno e Externo.

Cascara Sagrada: Laxativo, emagrecedora, trata a bílis e baço.

Casca d'anta-abóbora: Trata a anemia, fraqueza digestiva, vômitos.

Casca de Impurana: Balsâmica das vias respiratórias, colites.

Casca de Laranja: Relaxante, digestiva, aromática.

Castanha da Índia: Má circulação, flebite, hemorróidas e varizes.

Catinga de Mulata: Artrite, artrose, gota. Uso Externo: Psoríase, piolhos.

Catingueira: Depurativo, afrodisíaco. Uso Externo: Eczema, impingem, erisipela.

Catuaba: Energético, falta de memória, afrodisíaco.

Cavalinha: Diurético, ácido úrico, circulação, hipertensão, rins.

Cedro: Febres altas, desenterias, fraqueza orgânica. Uso externo: Dores musculares.

Centaurea - Fel da Terra: Inapetência, estômago, febre alta, hepatite.

Centella Asiática: Celulite, gordura localizada, circulatória, caimbras.

Chá Preto: Estimulante, digestivo, tônico.

Chapéu de Couro: Depurativo, colesterol, diabetes, gota, ácido úrico.

Chapéu de Napoleão - Aguai: Semente energética, uso externo comprovado.

Cinco Plantas: Espécies diuréticas.

Cipreste/Tuia: Disenteria, corrimento. Uso Externo: Feridas, úlceras, verrugas, calos.

Cipó Azougue: Depurativo, eczemas, feridas, furúnculos, herpes.

Cipó Cabeludo: Cistite, nefrite, uretrite, não elimina a albumina.

Cipó Caboclo: Orquite, hemorróidas, flebites, erisipela.

Cipó Cravo: Estomacal, gastrite, azia, gases.

Cipó Cruz Cainca: Reumatismo, diabetes, ácido úrico, inchaço.

Cipó Cruzeiro: Reumatismo, artrose, artrite, coluna, tendenite.

Cipó Prata: Areias e cálculos de rins e bexiga, dores.

Cipó Suma: Depurativo, furúnculos, acne, eczema, afecções mucosas.

Coentro Grão: Digestivo, gases intestinais, colite.

Composto Emagrecedor: Combinação de onze espécies medicinais, atuando como desintoxicante, depurativa, diurética, laxante brando.

Composto Energético: Combinação de espécies tônicas e estimulantes.

Coro-Onha - Olho de Boi: Uso Externo: Sementes energéticas para hipertensão.

Curcuma: Fígado, vias urinárias, icterícia, bronquite.

Damiana: Incontinência urinária, impotência, tônico e estimulante.

Dente de Leão: Depurativo, desintoxicante, laxante brando.

Douradinha: Diurética, depurativo, afecções cutâneas, ácido úrico.

Endro Dill: Cólicas, calmante leve, aumenta o leite materno.

Erva Baleira: Reumatismo, artrite, artrose, dores musculares.

Erva de Bicho: Tratamento de hemorróidas e úlceras, varizes, uso interno/externo.

Erva Doce: Gases intestinais, cólicas, estimulante.

Erva Passarinho: Moléstias pulmonares. Uso Externo: Eczemas, sarna.

Erva Santa Maria: Vermífuga, parasitas intestinais, laxativo.

Erva São João - Mentrasto: Antidepressivo, males da menopausa, dores musculares, colites e cólica menstrual.

Erva Tostão - Pega Pinto: Afecções urinárias, fígado e baço.

Espinhera Santa: Gastrite, úlcera, calmante das paredes estomacais.

Estigma de Milho: Hidratante dos rins e cólica renal.

Eucalipto: Desinfetante das vias respiratórias e balsâmico.

Fava de Santo Inácio - Gengiroba: Icterícia, hepatite, purgante.

Flor de São João: Vitiligo.

Fedegoso: Laxante, depurativo. Uso Externo: Afecções da pele.

Feno Grego: Diabetes, digestivo, laxante brando.

Fucus Vesiculosus: Disfunções da tireóide, vesícula, obesidade.

Funcho: Gases, digestivo e relaxante.

Garra do Diabo: Reumatismo sangüíneo, esporão, gota, desintoxicante.

Genciana: Fraqueza orgânica, anemia, tônico estimulante de apetite.

Gervão: Tônico estomacal, fígado, pâncreas, depurativo.

Gengibre: Asma, bronquite, rouquidão, colesterol.

Gingko Biloba: Atua nos radicais livres. Oxigenação cerebral.

Goiabeira: Combate a diarréia e afecções da garganta.

Graviola: Diabetes, colesterol, emagrecimento.

Guaco: Expectorante, tosse, bronquite e resfriados.

Guaraná: Estimulante físico e mental.

Guassatonga: Gastrite, úlcera, depurativo, cicatrizante, herpes.

Hamamelis: Favorece a circulação, varizes, trombose, hemorróidas.

Hibiscus - Rosella: Antifebril, digestivo, relaxante, obesidade.

Hipérico: Antidepressivo.

Hortelã: Espasmos, náuseas, azia, relaxante, dispepsia nervosa.

Imburama Sementes: Tônico, gastrite, tosse, expectorante, asma.

Ipecacuanha: Desenteria, catarros do pulmão, bexiga, garganta.

Ipê Roxo/Pau d'arco: Arterioesclerose, fortifica o sangue, úlceras.

Jambolão: Eficaz no tratamento do diabetes.

Japecanga: Depurativo, diurético, sífilis, reumatismo.

Jasmim Folhas: Digestivo, alcoolismo, cardiotônico, circulatório.

Jasmim Flor: Relaxante, digestivo, insônia.

Jatobá: Balsâmico, bronquite, laringite, orquite.

Jarrinha: Nevralgias, dores musculares e artríticas, estimulante.

Jequitibá: Uso externo: gargarejos, aftas, anjina, amigdalites.

João da Costa: calores da menopausa, trata o útero e ovários.

Juá: saponáceo natural, anticaspa uso externo.

Jurema preta: uso externo: feridas, cancros, úlceras, erisipelas.

Jurubeba: hepatoprotetor, vesícula, pâncreas, baço, intestinos.

Kumell: Diurético, cólicas, estomacal.

Levante: Febres, congestão nasal, expectorante.

Limão Bravo: Friagem, tosse, bronquite, resfriados.

Linhaça: Laxante brando, gases intestinais.

Lobelia: Desinfetante das vias respiratórias, tabagismo.

Losna: Falta de apetite, diabetes, fígado, pâncreas, bílis, mau hálito.

Lotus: Emoliente catarral, antitossígeno, rinite, laringite.

Louro: Amenorréia, nevralgia, cólicas estomacais e menstruais.

Lúpulo: Calamte, insônia crônica.

Maçã: Digestivo, relaxante, debilidade estomacal.

Macela: Antidiarréica, fígado, pâncreas, colite, vesícula.

Malva Branca: Gengivite, garganta, abcessos e desinfetantes.

Mamica de Cadela: Dores de dente e ouvido. Uso interno e externo vitiligo.

Manjericão: Anti-inflamatório, garganta, tosse, digestivo.

Maracujá: Calmante, sedativo leve, insônia, alcoolismo.

Marapuama: Tônico nervino, afrodisíaco, impotência sexual.

Mate: Tônico cerebral, estimulante, digestivo, diurético.

Melão de São Caetano: Regulariza o fluxo menstrual. Uso externo: piolhos.

Melissa - erva cidreira: Cardiotônica, calmante, gastrite crônica.

Mentruz/Mastruço: Fortalecedor pulmonar, gastrite, cicatrizante.

Menta: Digestivo, espasmos, cálculos biliares.

Milomens: Afecções das vias urinárias, prostatite, diurético.

Mulungu: Sedativo, insônia crônica, alcoolismo, asma.

Mutamba: Afecções do couro cabeludo e queda de cabelo. Uso externo.

Noz de Cola: Debilidade física, mental e sexual, estimulante.

Nogueira: Trata útero, bexiga, inflamação dos ovários.

Noz Moscada: Estomacal, cólicas, arrotos, soluços, hipertensão.

Nó de Cachorro: Estimulante geral e afrodisíaco.

Oliveira: Regula os intestinos e pressão arterial.

Pacová: Vermífugo, trata gastralgia e estômago.

Plama Cristi: Emoliente do intestino, auxilia no emagrecimento.

Panacéia: Depurativo, afecções de pele, sífilis, diurético.

Para Tudo: Reconstituinte digestivo, evacuações sanguinolentas.

Parietaria: Cálculos renais e retenção urinária.

Pariparoba: Fígado, vesícula, baço, gastralgia e azia.

Parreira Brava: Males do fígado e digestão, reumatismo e cólicas.

Pau Ferro: Diabetes, diminuindo o volume da urina e sede.

Pau Pereira: Digestão difícil, estomacal, prisão de ventre.

Pau Tenente - Quassia: Hepaprotetos, oxiúridos, diabetes.

Pata de Vaca: Diabetes, depurativa, diurética.

Pedra Ume Caá - Insulina Vegetal: eficaz no diabetes.

Peroba: Trata a epilepsia, histeria, asma, coqueluche.

Pfafia Panic-Ging Seng: Energético, colesterol, diabetes.

Picão: Icterícia, hepatite, boca amarga, alergias. Uso interno e externos.

Pimenta de Macaco: Digestiva, afrodisíaco.

Pitanga: Febre, ácido úrico, diabetes, colesterol.

Pixuri: Usado nas paralisias e derrames. Uso externo picada de inseto.

Poejo: Expecetorante, gripes, resfriados, tosse crônica e asma.

Pulmonária: Trata pneumonia, tuberculose, enfizema pulmonar.

Pulsatila: Corrige o fluxo menstrual, cólicas.

Quebra Pedra: Cálculos renais, dores lombares, próstata, cistite.

Quina Quina: Tônico amargo, hepaprotetor, antidiabético. Uso externo: queda de cabelo.

Quixaba: Cistos de ovário, inflamações no útero, corimento.

Romã Casca: Afecções da laringe, faringe, cicatrizante.

Rosa Branca: Inflamações uterinas, rins. Uso Externo: Banhos.

Rosa Rubra: Uso Externo: Trata mucosas, olhos, úlceras.

Rubi: Ácido úrico, reumatismo, anti-hemorrágico.

Ruibarbo: Vermífugo, laxativo, adstringente. sacaca Sabugueiro Flor: Febre, resfriados, catapora, sarampo, escarlatina.

Sálvia: Tônico mental, digestivo eficaz, males da menopausa.

Salsaparrilha: Altamente depurativo, colesterol, ácido úrico, acne.

Samambaia: Dores reumáticas, artrite, gripes fortes.

Sapé: Retenção urinária, fígado. Uso Externo: Dentição de neném.

Sassafraz: Depurativo, dores artríticas, inchações.

Sene Folhas - Folículos: Laxativo, regulador intestinal, obesidade.

Sete Sangrias: Depurativo, hipotensor, colesterol.

Stevia: Trezentas vezes mais doce que o açúcar, para diabéticos.

Sucupira Sementes: Reumatismo agudo, osteoporose, laringe.

Tanchagem: Gargarejos, gengivites, purifica o sangue.

Tayuia - Cabeça de Negro: Psioriase, erisipela, interno/externo.

Tília: Antidepressivo, espasmódico, calmante.

Tomilho: Tônico estomacal, desinfetante das vias respiratórias.

Umbauba: Diabetes, bronquite e tosse.

Unha de Gato: Depurativa, febres altas, reumatismo, tumores, convalescência.

Unha de Vaca: Diurética, diabetes, depurativa.

Urtiga: Menstruação irregular. Uso Externo: Irritações e corrimentos.

Urucum: Anemia, cardiotônica, colesterol. Uso Externo: Bronzeador natural.

Uva Ursi-Ursina: Areias de rins, e bexiga, ácido úrico, próstata.

Valeriana: Calmante, insônia crônica, stress, labirintite.

Velame do Campo: Escrofulose, ganglios, eczemas, depurativa.

Verbasco: Bronquite, catarros crônicos, artrite, e hemorróidas.

Verbena: Hepatoprotetora, enxaqueca, digestiva, relaxante.

Zedoaria: Gastralgias, estomatites, úlceras, mau hálito.

Zimbro: Anti-Séptico das vias urinárias, cálculos renais, febres.

(BTW abreviado) é um termo usado descrever algum Wiccan tradições que têm suas origens no Floresta Nova região de Inglaterra. O mais proeminentes tais tradiçõens são Gardnerian Wicca e Alexandrian Wicca, mas outras tradições ou derivadas deles ou reivindicando uma história nova compartilhada da floresta (notàvelmente Vale central Wicca), são considerados também para ser Wicca tradicional britânico. No exemplo de algumas tradições (como Estrela azul Wicca), algumas linhas são consideradas ser Wicca tradicional britânico e algumas não são.



Wicca Céltica: Uma Tradição muito telúrica, com enfoques na natureza, os elementos e elementais, algumas vezes fadas, plantas, etc. Muitas "Bruxas Verdes" (Green Witches) e Adeptos do Druidismo seguem este caminho, centrado no panteão Céltico antigo e em seus Deuses e Deusas.

Fontes : Curso Wiccan e Wicca Alexandrina

A Tradição Alexandrina foi iniciada em 1960 por Alex Sanders e sua mulher Maxine. Sanders que se dizia iniciado pela sua avó quando tinha apenas 7 anos, admitindo mais tarde que isso não era verdade. De fato, Sanders era iniciado em um coven Gardneriano. Quando Sanders começa a divulgar a Wicca, os membros mais tradicionais se opuseram de pronto, alegando que Alex Sanders estava tentando se promover, outros encararam como uma profanação dos mistérios da Arte. Seja qual for o motivo pelo qual ele procurou publicidade, ele conseguiu atrair muitos seguidores para a Wicca. Entre 1960 e 1970 Sanders e sua mulher iniciaram muitas pessoas, entre eles Stewart Farrar e Janet Owen, dois renomados autores e bruxos conhecidos. Janet e Stewart se casaram e escreveram muitos livros sobre Wicca, continuando o trabalho de divulgação de Sanders, mas desta vez já totalmente apoiados na recém-formada Tradição Alexandrina.

É difícil de precisar como funciona exatamente a Tradição Alexandrina. Genericamente, covens Alexandrinos focam o seu trabalho no treino, geralmente associado a Magia Cerimonial, como Cabala, Magia Angélica e Enoquiana. Foi conservada a estrutura hierárquica da experiência gardneriana que Sanders teve, e também a prática de rituais mais dramatizados e polarizados, com a presença de uma Sacerdotisa e de um Sacerdote. Muitos covens alexandrinos permitem que não-iniciados participem dos rituais como neófitos, para que possam depois, começar do primeiro grau. Outros covens, permitem que convidados participem de algumas reuniões. Algumas das regras impostas por covens gardnerianos também foram adaptadas, como a regra do nudismo ritual, que é opcional em covens alexandrinos. Covens Alexandrinos basicamente usam os mesmos instrumentos e rituais da Wicca Gardneriana, mas em alguns casos, os rituais foram adaptados.

Durante os últimos trinta anos, as diferenças entre as duas Tradições tem ficado menor, mesmo que cada coven mantenha o seu estilo, é possível ver uma maior uniformidade.

Fontes : Curso Wiccan

Tradição 1734

A tradição 1734 é baseada nos ensinamentos de Robert Cochrane e seus escritos. Cochrane, britânico, traz as raízes celtas – bretãs para a Witchcraft. 1734 não é um anagrama, todavia é um mistério. Não dá o verdadeiro nome da Deusa como outros tantos nomes. Junto com a tradição 1734 há uma série de mistérios. Existem muitos caminhos para o Deus e Deusa. 1734 é um caminho distinto. Existem algumas diferenças como a dedicação que o estudante tem de ter com seu clã espiritual, a necessidade de uma essência xamânica, e principalmente a crença de que a Deusa faz parte da vida do indivíduo.

Robert Cochrane nasceu em janeiro de 1931 em Londres. Ele reivindicava a si mesmo o título de Bruxo por hereditariedade, dizendo que o seu avô tinha sido um bruxo praticante em Warwickshire e uma de suas tias, “Mrs. Bromfield”, que tinha uma significativa coleção de “coisas de bruxa”. Ele nasceu numa família metodista, conheceu um bruxo não-gardneriano, formou um Coven que ele chamou de “The Clan of Tubal Cain”, pesquisou e recriou o que achou que poderia ser a melhor forma de expressar a Velha Religião.

Em 1960, entrou em contato com Joseph Wilson. Essas correspondências deram a ele as bases da witchcraft praticada hoje. Wilson fez dessas cartas uma fonte de pesquisa e ensinamentos, na medida em que copiava e passava para outras pessoas. Como resultado, diferentes Covens foram formados e outras linhas foram desenviolvidas. Cada linha hoje é completamente autônoma e não há uma autoridade central. Os Covens não partilham de um Livro das Sombras em comum, mas as cartas de Cochrane foram passadas de professor a aluno, formando um Livro das Sombras similar em outras tradições. Esses Covens, baseados na obra de Cochrane, estipularam que o aspirante deveria passar pelo menos por um ano e um dia de “treinamento” para ingressar no 1º Grau. Geralmente, é proposto ao estudante descobrir o que está por trás dos criptogramas 1734 e 1737, ambos escondem o nome do Deus e da Deusa. As charadas serviam como uma iniciação.

É necessário desfazer alguns mitos sobre o numero 1734. Primeiro, Cochrane não quis traçar seu sangue de bruxo até 1734, nem é data de fundação de nenhuma instituição secreta. Cochrane simplesmente criptografou o nome da Deusa.

Cochrane morreu em 1966. Todavia, em 1976, Ann e David Finnin, com os escritos de Cochrane e material que foram dados por tradicionalistas britânicos recriaram a experiência dele com o grupo Roebuck. Em 1982, Evan John Jones, um componente do grupo original de Cochrane, foi chamado também. O aprendizado levou dois anos e Ann e David foram incumbidos por Jones de levar a 1734 aos Estados Unidos. Curiosamente, Jones é um dos autores do livro Feitiçaria, a Tradição Renovada, junto com Doreen Valiente, que segue a Tradição Gardneriana.

Fontes : Curso Wiccan

Olá, galerinha, neste post venho falar um pouco mais sobre a Arte. Aqui estou trazendo algumas de nossas tradições e formas de segui-las (cada um tem a sua forma, essa só é uma delas).



Abaixo estarei à colocar algumas de nossas tradições. (obs : As tradições que estão em azul, se você clicar sobre elas, entrará em um post no qual estará mais detalhado.)

Tradição 1734: Tipicamente britânica é, às vezes, uma Tradição eclética baseada nas idéias do poeta Robert Cochrane, um auto-intitulado Bruxo hereditário que se suicidou ao ingerir um grande quantidade de beladona. 1734 é usado como um criptograma (caracteres secretos) para o nome da Deusa honrada nessa tradição

Tradição Alexandrina: Uma Tradição popular, fundada por Alex Sanders que floresceu ao redor da Inglaterra em 1960.

Tradicional Britânica: Uma Tradição com uma forte estrutura hierárquica e graus. Os rituais estão centrados na Tradição Céltica e Gardneriana.

Wicca Céltica: Uma Tradição muito telúrica, com enfoques na Natureza, nos elementos e elementais, algumas vezes nas fadas, plantas, etc. muitas Bruxas Verdes (Green Witches) e adeptos do Druidismo seguem esse caminho, centrado no panteão céltico antigo e em seus Deuses e Deusas.

Tradição Caledoniana ou Caledonni: Uma Tradição que tenta preservar os antigos festivais dos escoceses, às vezes é chamada de Tradição Hecatina.

Tradição Picta: É uma das manifestações da Bruxaria tipicamente escocesa. Na maioria das vezes é uma forma solitária da Arte. Seu enfoque prático é basicamente mágico e possui poucos elementos religiosos e filosóficos.

Bruxaria Cerimonial: Usa a magia cerimonial para atingir uma conexão mais forte com as divindades e perceber seus propósitos mais elevados e suas habilidades. Seus rituais são freqüentemente derivações da Magia Cabalística e da Magia Egípcia.

Tradição Diânica: Algumas Bruxas Diânicas só enfocam seus cultos na Deusa, são muito politicamente ativas e feministas. Outras Bruxas Diânicas simplesmente enfocam seu culto na Deusa como uma forma de compensar os muitos anos de domínio Patriarcal na Terra. Algumas Bruxas Diânicas usam esse título para denotar que são “as Filhas de Diana”, a Deusa protetora delas. Há bruxas diânicas que são tudo isso, algumas que não são nada disso, e outras que são um misto disso.

Tradição Georgina: Essa Tradição foi criada por George Patterson, que se auto-intitulou um “Sumo Sacerdote Georgino”. Quando começou o seu próprio Coven, chamou-o de Georgino, já que seu prenome era George.

Ecletismo: Um Bruxo eclético é aquele que funde idéias de muitas Tradições ou fontes. Assim como no Caldeirão de uma Bruxa são somados elementos para completar a poção que é preparada, assim também são somadas várias informações de várias Tradições para criar um modo mágico de trabalhar. Essa “Tradição”, que na realidade não é uma Tradição, é flexível, mas, às vezes, carece de fundamento. Geralmente, são criados rituais e Covens de estrutura livre.

Tradição das Fadas ou Fairy Wicca: Há várias facções da Tradição das Fadas. Segundo os membros dessa Tradição, seus ritos e conhecimentos tiveram origem entre os antigos povos da Europa da Idade do Bronze, que ao migrarem para as colinas e altas montanhas devido às guerras e invasões, ficaram conhecidos como Sides, Pictos, Duendes ou Fadas.

Tradição Gardneriana: Fundada por Geral Gardner na década de 1950 na Inglaterra. Essa tradição contribuiu muito para a Arte ser o que é hoje. A estrutura de muitos rituais e trabalhos mágicos em numerosas Tradições é originária do Trabalho de Gardner. Algumas das reivindicações históricas feitas pelo próprio Gardner e por algumas Bruxas Gardnerianas ainda têm de ser verificadas (e em alguns casos são fortemente contestadas); porém, essa Tradição apoiou muitas Bruxas modernas.

Tradição Hecatina: Uma Tradição de Bruxos que buscam inspiração em Hécate e tentam reconstruir modernizar os rituais antigos da adoração a essa Deusa. Algumas vezes é chamada de Tradição Caledoniana ou Caledonii.

Bruxo Hereditário ou Tradição Familiar: Um bruxo que normalmente foi treinado por um ente familiar e/ou pode localizar sua história familiar em outro bruxo ou bruxos.

Bruxa de cozinha: Uma Bruxa prática, que é freqüentemente eclética, enfoca e centra sua magia e espiritualidade ao redor “do forno e do lar”.

Seax Wicca ou Wicca Saxônica: Fundada em 1973 pelo autor prolífico Raymond Buckland, que era, naquele momento, um Bruxo Gardneriano. Uma das primeiras tradições precursoras dos Bruxos Solitários e auto-iniciados. Esses dois aspectos fizeram dela um caminho popular.

Bruxo Solitário: Uma pessoa que pratica a Arte só (mas pode se juntar às festividades de Sabbat em um Coven ou com outros Bruxos Solitários ocasionalmente). Um bruxo solitário pode seguir quaisquer das Tradições, ou nenhuma delas. A maioria de bruxos ecléticos é Solitária.

Tradição Strega: Começou ao redor da Itália em 1353. a história controversa sobre essa Tradição pode ser encontrada em muitos locais e livros. Aradia... Gospell of the Witches (Aradia... A Doutrina das Bruxas) é uma obra desse tipo.

Tradição Teutônica ou Nórdica: Teutônicos são um grupo de pessoas que falam norueguês, fosso, islandês, sueco ou inglês e outros dialetos europeus que são considerados “idiomas germânico”. Um bruxo Teutônicos acha freqüentemente inspiração nos mitos tradicionais e lendas, Deuses e Deusas das áreas onde esses dialetos se originaram. 

Tradição Algard: Uma americana iniciada nas Tradições Gardneriana e Alexandrina, chamada Mary Nesnick, fundou essa “nova” Tradição, que reúne ensinamentos de ambas as Tradições sob uma única insígnia.

Bruxaria Tradicional: Todo bruxo tradicional dará uma definição diferente para esse termo. Um bruxo tradicional é aquele que freqüentemente prefere o título de Bruxo ou Wiccano e define os dois como cominhos muito diferentes. Um bruxo tradicional fundamenta seu trabalho mágico em métodos históricos da Tradição, religiosidade e geografia de seu país.

Tradição Galesa de Gwyddonaid: Tradição Galesa Céltica da Wicca que adora o panteão galês de Deuses e Deusas. Gwyddonaid foi quem grosseiramente traduziu a ignóbil obra galesa. Árvore da Bruxa (Tree Witches) e propagou essa forma de trabalhar magicamente.

(Retirado do livro Wicca, A Tradição da Deusa de Claudiney Prieto)

Olá bruxinhos e bruxinhas. Ontem eu estava no colégio, quando, ouvi uma amiga reclamando que não conseguia comprar livros esotéricos pela falta de dinheiro. Resolvi então, fazer esse post para estar disponibilizando para vocês o download de alguns livros que eu achei que vocês não poderiam perder.

Astrologia Cármica - vol. III
Por Martin Schulman


Enciclopédia dos Cristais, Pedras Preciosas e Metais
Por Scott Cunningham


Manual Esotérico (em espanhol)
Por Celia Blanco


A Dança Cósmica das Feiticeiras
Por Starhawk


A Doutrina Secreta
Por Helena Pretrovna Blavatsky


A Prática da Astrologia
Por Dane Rudhyar


A Verdade Sobre a Bruxaria Moderna
Por Scott Cunningham


O País das Montanhas Azuis
Por Helena Petrovna Blavatsky


A Magia das Velas
Por Gerina Dunwich


Curso Básico de Astrologia
Por Marion D. March e Joan McEvers


Curso Prático de Tarot (em espanhol)
Por Jimena Fernández Pinto


Curso Básico de Astrologia - 
Análise do Horóscopo
Por Marion D. March e Joan McEvers


Feitiçaria : Tradição Renovada
Por Doreen Valiente e Evan Jhon Jones


Magia Prática - O Caminho do Adepto
Por Franz Bardon


Magia Xamânica
Por Derval Gramacho e Victória Gramacho


Numerologia Fácil
Por Regina Maria Azevedo


O Caminho do Xamã
Por Michael Harner


Guia Essencial da Bruxa Solitária
Por Scott Cunningham


O Poder da Bruxa
Por Laurie Cabot


O Ocultismo Prático e 
As Origens do Ritual na Igreja 
e na Maçonaria
Por Helena Petrovna Blavatsky


Oito Sabás para Bruxas
Por Janet Stewart Farrar

Ela consiste num ramo mágico, não vinculado a prática wicca, baseado na energia mágica e elementar dos dragões. Como nós sabemos, os dragões são seres essencialmente mágicos e os seus praticantes visam entrar em contato com essa dimensão através de práticas e rituais ainda ocultas, pois existem poucas fontes que abordam essa temática. Supõe-se que cada um possui o seu próprio ritual e a sua maneira de se conectar com os dragões.

A partir da sua sabedoria e da sua dimensão mágica, os dragões estabelecem códigos de ética, tanto entre si quanto aqueles que buscam o contato com a sua magia. Nesse sentido, os dragões são muito rigorosos com os pactos estabelecidos com eles e aqueles que não cumprem com o prometido e/ou acordado, estão expostos às mais severas punições como também a fúria dessas entidades mágicas.


A PRÁTICA

A prática do "Dragon Magic" exige uma disciplina ética por parte dos seus praticantes, tanto no que se refere ao seu comportamento em diferentes áreas da sua vida mundana e espiritual quanto ao respeito pelo livre arbítrio, o direito de escolha, de cada um. Nesse contexto, entrar e contato com a dimensão mágica dos dragões, preconiza adentrar em outros planos, outras esferas.

Para alguns estudiosos, os dragões por serem seres mágicos e elementares, eles habitam uma outra dimensão, um outro plano astral que está conectado ao plano mundano em que vivemos. É através de rituais mágicos, utilizando elementos mágicos tais como amuletos, estátuas, pedras mágicas ou jóias correspondentes a cada tipo de dragão e os elementos da natureza (terra, fogo, água e ar) que eles representam, para que qualquer um possa entrar em contato com essa força dragônica. Todavia, quanto mais pura, digna e ética for sua intenção, a sua motivação, o seu contato com a magia dos dragões será estabelecida prontamente, independe de tempo (curto, médio e longo prazo). É através do seu amor e do seu respeito para com os dragões que você está credenciado pa alcançá-los, tendo o seu canal de conexão aberto.

Vale ressaltar que para evitar a hostilidade humana, alguns dragões podem assumir a condição humana para estabelecer contatos com o homem. Para que haja essa interação, o primeiro passo deve ser dado por nós. Tal passo requer o contato com duas entidades draconianas principais: Tiamat, a Deusa Suprema ou a Mãe Primordial dos dragões, responsável pela criação do mundo e Apsu, o seu consorte, o Pai de toda a vida.

É através de Tiamat que você pedirá a autorização necessária para se conectar com os dragões e a sua dimensão mágica e pedir a sua benção. Para isso, você deverá agradá-la acendendo diariamente uma vela em seu caldeirão¹ e conversar com ela, explicando os motivos que regem o seu contato. Entre em contato com os outros dragões², solicitando que algum deles seja o seu guardião mágico, estabelecendo um vinculo de amor, respeito, amizade, lealdade, admiração e proteção, dessa forma você estará construindo uma parceria mágica com eles.

Uma vez acolhido pelo seu mentor draconiano, quando os seus laços já estiverem fortalecidos, você solicitará que ele sugira quais são os instrumentos/ferramentas mágicos que você deverá utilizar em seus rituais mágicos. Torna-se pertinente que você tenha o seu altar de devoção aos dragões e alguns elementos mágicos³ e consagrados para essa exaltação e as práticas mágicas.

Para a consagração dos seus elementos e das suas ferramentas mágicas, realize um circulo mágico e envoque o seu Dragão Guardião e os outros dragões, aqueles que correspondam os elementos mágicos que eles representam, para que eles lhe auxiliem na sua iniciação e jornada mágica.

Uma vez iniciada a sua jornada mágica, você precisa praticar os seus rituais mágicos frequentemente, solicitando a presença e a participação dos dragões, estabelecendo uma parceria mágica, como também, homenageando-os (ascenda velas e incensos em intenção à eles, ). Assim, você vai adquirindo experiência com o seu guardião e outros dragões e eles vão lhe dando dicas para encrementar cada vez mais as suas magias e propor ensinamentos e desafios. Porém, é muito importante que você mantenha um comportamento ético com eles, pois eles são pouco tolerantes com praticantes indisciplinados, relapsos e amorais.

Nesse sentido, pode-se afirmar, que a prática "dragon magic" é estabelecida de acordo com os seguintes estágios elementares (06):

1. Ritual de Permissão para se aproximar dos dragões: Contato com Tiamat;

2. Ritual de Filiação: A busca de um guardião mágico, o seu mentor draconiano;

3. A Descoberta das suas ferramentas mágicas;

4. Consagração dos seus elementos e ferramentas mágicas;

5. Potencialize a frequência dos rituais mágicos e da participação dos dragões em suas magias, estabeleça uma parceria mágica;

6. Fortalecer seus elos com os dragões.

Assim, com o decorrer do tempo e da sua dedicação você vai aprimorando a sua magia draconiana, como também, fortalecendo os seus vínculos com esses seres mágicos e elementares, podendo estabelecer elos eternos com eles. Sobre os elos atemporais, Naelyan Wyvern, fundadora da Tradição Caminhos das Sombras e da Tradição Germânica Wanem, destaca: "Existem aqueles que acreditam que quando você faz um laço de amizade com um Dragão, esse laço não é apenas para esta vida e sim para todas as vidas, por toda a eternidade e além".

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1. Simbolicamente, a vela acesa representará a chama, o elemento fogo, o símbolo elementar dos dragões e o caldeirão representará o ventre, a fertilidade da deusa. (Caminho das Sombras)

2. Nesse ritual, acenda muitos incensos e celebre a figura do dragão conversando, cantando, dançando com eles. (Caminho das Sombras)

3. É muito importante que você tenha ao seu dispor algumas ferramentas mágicas, sobretudo as 4 primeiras, tais como: "athame, bastão, cálice, pentagrama, espelho, caldeirão e, se possível, espada ou adaga." (Caminhos das Sombras)

Fontes : Colina do Dragão

Clique na imagem do seu Signo abaixo e poderá ver o seu perfil completo, à qual elemento pertence e a quais planetas reagem.

Signo de Áries (21/3 - 20/4) 
Signo de Touro (21/4 - 21/5) 
Signo de Gêmeos ( 22/5 - 21/6) 
Signo de Câncer (21/6 - 23/7) 
Signo de Leão (24/7 - 23/8) 
Signo de Virgem (24/8 - 23/9) 
Signo de Libra (24/9 - 23/10) 
Signo de Escorpião (24/10 - 22/11) 
Signo de Sagitário (23/11 - 21/12) 
Signo de Capricórnio (22/12 - 20/1) 
Signo de Aquário (21/1 - 19/2) 
Signo de Peixes (20/2 - 20/3)





               Aquário


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               Peixes



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               Áries


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              Touro


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             Gêmeos


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                Câncer


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               Leão



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            Escorpião



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               Sagitário



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              Capricórnio  

Os Elementos




Os Elementos são muito conhecidos pelo mundo todo, pois ficam em contato com todos nós, seja por vontade ou não. Os Elemento são um clássico da filosofia pagã.São a essência da vida e de tudo o que há na Terra. Existem 4 mais conhecidos, que são : Terra, Água, Fogo e Ar. Cada um deles possuem essências diferentes um do outro.












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Etér

Existe mais um elemento pouco conhecido, O Espírito (Eter), que por sua vez é o que nos anima e nos dá consciência, é ele também que interliga todos os 4 Elementos para que tenhamos vida. É ele (junto com todos os 4 elementos) que nos faz viver e sentir o que sentimos.




Água

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Esse elemento, assim como o elemento Terra, é feminino. Em comum, Terra e Água possuem os atributos da passividade (já que ambos se modificam com a influência de um agente ativo) e da materialidade (são mais densos, diferente dos elementos Ar e Fogo, masculinos). Ambas são tidas como receptáculos da vida, ou seja, aquilo que dá forma e/ou contém o espírito (elementos fogo e ar). Na bíblia, lemos que Deus criou o ser humano a partir do barro (água e terra), e lhe deu vida com Seu sopro (elemento ar). Na ciência, uma das teorias que descreve a origem da vida relata que a superfície terrestre (elemento terra) estava recoberta de vapor de água, que aos poucos foi se condensando, formando, junto com algumas substâncias presentes na atmosfera, uma “sopa”. Tempestades elétricas (elemento fogo) teriam fornecido a energia necessária para que essas moléculas se agrupassem de forma cada vez mais complexa, surgindo assim as primeiras células vivas que, por processos de evolução, deram origem a todas as formas de vida existentes.

Fogo

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O elemento fogo representa a energia vital relacionada com a vida, é uma energia universal, entusiástica, irradiante que quando nos habita nos inunda de uma vontade incrível de viver. Transmite um calor, entusiasmo, e nos faz ver e sentir a vida cheia de cor, de alegria e luz – Intuição.

A energia do elemento Fogo é extremamente dinâmica, é inspirada e inspiradora, flui espontaneamente e é auto motivada. Pessoas com predominância da energia de fogo no seu mapa astral, geralmente são auto-centradas, focadas na sua identidade pessoal, podem ser impessoais e sentem-se como se fossem canais de vida. 


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O Elemento Terra corresponde a sensação, ou seja, o que pode ser captado através dos sentidos. A idéia central é perceber o que está visível (conhece e acredita naquilo que vê!), desfrutar dos prazeres que o mundo físico proporciona. Realidade, o lado concreto e prático da vida, a busca de estabilidade e segurança, a determinação, a paciência, a produtividade, a eficiência e o senso de forma e proporção são características deste elemento. 
O modo da terra se expressar é estável e constante.

Na simbologia, a terra segue o fogo. Ela concretiza as conquistas do fogo, as torna duráveis, adequadas e em forma. Você tem um temperamento calmo, realista, às vezes materialista, rigoroso e laborioso. Você constrói coisas concretas, onde alimenta de forma prática sua segurança material. Sua percepção do real é exata e lhe permite bons investimentos, objetivos rentáveis, uma boa chance de sucesso material. Mas você muitas vezes é frio e desapegado e lhe falta flexibilidade, leveza, imaginação, tolerância. Seu lado demasiado realista faz de você um São Tomás que não acredita naquilo que vê.

Ar


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Na Wicca o elemento Ar é considerado o sopro da Deusa. É a “respiração da vida” e sem ele nada poderia existir. 

O elemento Ar está ligado ao ponto cardeal leste e é considerado um elemento masculino e ativo. Suas cores sagradas são o amarelo, branco e azul claro e velas nestas cores são usadas para marcar o quadrante leste no Círculo. O Ar está associado a Primavera e ao amanhecer.

Na Wicca o elemento Ar está presente em nossos rituais através da fumaça dos incensos e em aromas que se espalham pelo ambiente mudando nossa consciência e despertando nossa memória para lembranças que nos ligam aos lugares, pessoas e situações.

O elemento Ar possui o poder de expandir e despertar nossa consciência para as grandes verdades. É o principal elemento quando precisamos aumentar nossa criatividade, imaginação, memória e favorecer o intelecto.


Signos Elementares

ÁRIES, LEÃO E SAGITÁRIO:

O Elemento Fogo se refere à Energia Universal Irradiante, uma energia que é excitável e entusiástica, e que, através de sua luz, dá colorido ao mundo. Os signos de fogo exemplificam a decisão, a grande fé em si mesmos, o entusiasmo, uma força sem fim e uma honestidade direta. São motivados por suas inspirações e aspirações.

Vivem em um estado de atividade inspirada altamente excitante, e a conservação desse estado de ser é decisiva para a manutenção da saúde e da felicidade dos signos de fogo. Requerem envolvimento com outros signos de fogo, com metas e aspirações progressivas e inspiradas, ou com um tipo de trabalho que seja fisicamente exigente e ativo. Pessoas do signo de fogo precisam estar ao ar livre, na luz solar, banhando-se no fogo radiante que vem do sol e manterem-se fisicamente ativos a fim de captar a sua energia ígnea.

O Senhor dos Elementos é o Senhor do Fogo – Virupaksha.

Elemento – fogo
 Anjo – Miguel 
Elemental – Djinn 
Cor – vermelho

TOURO, VIRGEM E CAPRICÓRNIO:

O Elemento Terra simboliza os sentidos físicos e a realidade do aqui e agora do mundo material. Os signos da terra tendem a confiar mais nos seus sentidos e no raciocínio prático do que nas inspirações, nas considerações teóricas ou nas intuições dos outros signos. Estão sintonizados com o mundo das formas, que os sentidos e a mente prática encaram como real. A compreensão inata a respeito de como o mundo material funciona dá aos signos de terra mais paciência e autodisciplina do que tem os outros signos.

O Elemento Terra é receptivo, tendo grande força de resistência e persistência que faz com que as pessoas dos signos de terra, sempre sejam capazes de cuidar de si mesmos. São cautelosos, premeditados, bastante convencionais e invulgarmente fidedignos. São também motivados por suas necessidades materiais. Os signos de terra estão assentados no mundo material.

Precisam assumir deveres e obrigações materiais, pois o desafio de enfrentar o mundo como um todo estimula suas energias mais positivas e alimenta sua necessidade de expressão, através de realizações práticas. Também podem recarregar lidando intimamente com outras pessoas de terra. Pessoas destes signos naturalmente precisam meter os pés na lama de vez em quando, e ainda se aproximarem e entrarem em sintonia com a força de crescimento que há nas árvores e plantas.

Elemento – terra 
Anjo – Uriel 
Elemental – Gob 
Cor – amarelo

GÊMEOS, LIBRA E AQUÁRIO:

O Elemento Ar é a energia vital que tem sido relacionada com a respiração. Ele está associado às linhas geométricas que funcionam através da mente, e à energia que modela os padrões das coisas que virão. As pessoas dos signos de ar dominam o mundo das idéias arquetípicas e convertem a energia cósmica em padrões de pensamentos específicos, que ainda não se materializaram. Deste modo, estão desempenhando um papel na realização da criação, no nível social mais amplo, pois suas idéias podem, eventualmente, afetar a vida de milhões de pessoas. São motivadas por seus conceitos intelectuais.

Vivem no reino abstrato do pensamento, e para eles um pensamento é simplesmente tão real quanto qualquer objeto material. Sentem necessidade de relacionamentos constantes com outras pessoas que lhe ofereçam um canal para a expressão de suas idéias, ou de um tipo de trabalho que lhes dê estímulo e liberdade intelectual.

Para sua recuperação os signos de ar precisam de ar limpo, leve, altamente elétrico, uma quantidade de atmosfera que jamais é encontrada em nossas cidades, nas planícies úmidas ou nos vales cultivados. A qualidade de ar é particularmente acessível nas montanhas, onde não só é limpo, mas também bastante seco e fresco.

O Senhor dos Elementos é o Senhor do Ar – Dhritarashtra

Elemento – ar 
Anjo – Rafael 
Elemental – Paralda 
Cor – azul

CÂNCER, ESCORPIÃO E PEIXES:

O elemento água representa o reino da emoção profunda e das reações de sentimento, indo desde paixões compulsivas e temores irresistíveis, até uma aceitação e um Amor que abrange toda a criação. Os signos de água estão em contato com os próprios sentimentos, em sintonia com nuanças e sutilezas, que os outros sequer percebem.

Quando estão sintonizados, com consciência total e com as dimensões mais profundas da vida, são os signos mais intuitivos e psiquicamente sensíveis. São motivados por anseios emocionais mais profundos. Vivem em seus sentimentos e, mais do que qualquer outra coisa, o estado emocional deles é que determina o seu comportamento.

Devem se relacionar com outras pessoas do elemento água, ou de um envolvimento emocional intenso com qualquer coisa que estejam fazendo. Essas pessoas não devem se desligar de suas experiências, portanto é importante que escolham atividades e trabalhos que possa dar-lhes amplo raio de ação para a sua expressão emocional.

Devem estabelecer um contato físico com seu elemento, pois normalmente sentem que viver longe demais de um rio, lago ou oceano é o mesmo que viver em um deserto estéril. Alcançam sua melhor forma psíquica e emocional, quando mergulham em água corrente ou estão em presença delas. O Senhor dos Elementos é o Senhor das Águas – Virudhaka.

Elemento – água 
Anjo – Gabriel 
Elemental – Nicksa 
Cor – verde

Alguma dúvida ? Comentem ou acessem o menu "Contato".
Logo mais teremos uma continuação deste post falando sobre os 12 Signos do Zodíaco e Elementares, aguardem...

Fiquem com a Deusa, Blessed be.

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